O edifício possuí aberturas no telhado e na fachada, que garantem a sua iluminação natural, evidenciando assim, a sua cor branca. Este é apenas um dos muitos projetos bem sucedidos de Aires Mateus em Grândola. 0
O edifício possuí aberturas no telhado e na fachada, que garantem a sua iluminação natural, evidenciando assim, a sua cor branca. Este é apenas um dos muitos projetos bem sucedidos de Aires Mateus em Grândola.
Este projeto de ampliação, da responsabilidade de Vicente Gouveia, Nuno Poiarez e Pedro Afonso, parte de uma mansão do final do século XIX, com elementos barrocos e neogóticos, para um novo volume (para realização de eventos) que adotou soluções inspiradas nos tradicionais espigueiros da região norte, cuja função era secar o milho. “Os ripados em madeira que nós reproduzimos na nossa estrutura servem para ventilação do espaço e proteção solar, funcionalidades próprias do espigueiro”, faz notar Vicente Gouveia, destacando, ainda, um certo desafio à lógica dos materiais utilizados, com o pesado aço em cima do delicado vidro, criando impacto e a sensação de que o conjunto está, de alguma forma a “levitar”, mas “mantendo a desejada harmonia cromática e volumétrica” no contexto da paisagem. A obra custou cerca de 5 milhões de euros. RESPEITAR A IDENTIDADE
Distinguida pelo voto popular (online) e também pelo júri, a residência de estudantes do ateliê Luís Rebelo de Andrade brilhou na categoria Conceitos-Arquitetura+Renovação. A Doorm, situada entre o bairro de Santos e o Bairro Alto, preservou a fachada da antiga fábrica de Vidros das Gaivotas, na rua Fernandes Tomás, assim como a sua chaminé de tijolo, e refez o miolo do edifício.